O futuro de uma empresa e o potencial dos seus colaboradores estão interligados - o destino deles está conectado. Uma organização só pode se tornar a melhor versão de si mesma se as pessoas que a fazem funcionar estiverem empenhadas em se tornar versões melhores de si mesmas. Isso é uma verdade universal, não importa se se trata de uma empresa, de uma escola, de uma repartição pública, de uma entidade filantrópica ou de um clube de futebol. Quando um líder empresarial, uma equipe de executivos e um grupo de gerentes e funcionários exploram seus potenciais como indivíduos, a organização faz a mesma coisa.
O problemas é que a maioria das pessoa está "ativamente desmotivada" no ambiente de trabalho. Este é o dilema que os gerentes enfrentam hoje em dia. Colaboradores dos mais variados níveis hierárquicos não se sentem conectados ao trabalho, á empresa nem aos indivíduos com quem atuam. Nenhum fator isolado afeta mais o ânimo, a eficiência, a produtividade, o crescimento sustentado, o relacionamento com os clientes e a lucratividade do que a falta de motivação.
Um funcionário está 85% motivado? 60% otivado? 50% motivado? Ou pior: os colaboradores decidiram "pedir demissão, mas permanecer no cargo"? Faça as contas. Qual é o valor da sua folha de pagamento? Se na média as pessoas estão 75% motivadas, a desmotivação está custando, apenas em lucratividade, 25% do total da sua folha. É evidente que o custo verdadeiro para sua empresa se torna muito maior quando você considera quanto o desinteresse dos funcionários afeta os clientes e todos os aspectos do negócio.
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